sexta-feira, 4 de novembro de 2016





Corremos de um lado para o outro
esperando descobrir a chave da felicidade…
 
Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num
passe de mágica.
Achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
 
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes
e outros fogem para casa para serem felizes…
 
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam
para serem felizes…
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes…
 
Uma busca infinda. Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto.
Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
 
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
 
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa. E jamais está à venda .
 
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte.
Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.
 
A felicidade não tem nada a ver com conseguir.
Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
 
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem     sábio, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
 
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar,
alguma coisa a esperar, seremos felizes.

Saiba: a única fonte de felicidade está dentro de você,
e deve ser repartida.
Repartir alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros:
sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo.

Na incerteza do amanhã…

Aproveite o hoje para ser feliz!

Helena Monteiro

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